1. Brandão, Cláudio. Reclamação Constitucional no Processo do Trabalho. São Paulo: LTr, 2017, p. 118. ↩︎
  2. Pitelli Zamarian Houaiss, Lívia. A Reclamação Constitucional No Supremo Tribunal Federal: Um Estudo Empírico Da Recalcitrância Judicial. Londrina: Thoth, 2020, p. 232. ↩︎
  3. Prado, Vinicius. Relevância. “Natureza Jurídica e Algumas Perspectivas da Reclamação Constitucional no Supremo Tribunal Federal, em Reclamação Constitucional no Supremo Tribunal Federal”. Prado, Vinícius A. et al. (Org). Reclamação Constitucional no Supremo Tribunal Federal. 2ª ed. Brasília: Sobredireito, 2023, p. 38-45. ↩︎
  4. Vianna, Luiz Werneck et al. Quem somos – a magistratura que queremos. Rio de Janeiro: Associação dos Magistrados Brasileiros, 2018, p. 76. Disponível em: https://cpj.amb.com.br/wp-content/uploads/2021/05/2018-Quem-somos-a-Magistratura-que-queremos.pdf. ↩︎
  5. Pitelli Zamarian Houaiss, Lívia, op. cit., p. 213. ↩︎
  6. Delgado, Maurício Goldinho. Curso de Direito do trabalho. São Paulo: LTR, 2020, p. 487. ↩︎
  7. Martins, Sergio Pinto. A Terceirização e o Direito do Trabalho. São Paulo: Atlas, 2014, p. 1. ↩︎
  8. ADPF nº 324, Rel. Min. Roberto Barroso, julgado em: 29 e 30.08.2018. ↩︎
  9. RE nº 958.252, Rel. Min. Luiz Fux, julgado em: 29 e 30.08.2018. ↩︎
  10. Olívia de Q. F. Pasqualeto, Ana Laura Pereira Barbosa e Laura Arruda Fiorotto. Terceirização e Pejotização no STF: Análise das Reclamações Constitucionais. Relatório de Pesquisa. São Paulo: FGV, 2023. Disponível em: https://repositorio.fgv.br/items/b8957d04-ce85-4a97-8cf9-3c663336932b ↩︎
  11. Associação Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justiça do Trabalho. “Nota técnica relativa ao Convênio NTADT – ANAMATRA nº 1/2024: Análise dos recentes julgados do STF acerca da competência da Justiça do Trabalho no Brasil: período – 01.07.2023 a 16.02.2024.” Disponível em: https://www.anamatra.org.br/images/DOCUMENTOS/2024/2%C2%BA_Relat%C3%B3rio_NTADT_Anamatra_-_2024.pdf ↩︎
  12. “Art. 6º As pessoas jurídicas inscritas no Conselho Regional de Corretores de Imóveis sujeitam-se aos mesmos deveres e têm os mesmos direitos das pessoas físicas nele inscritas.(…)§ 2o O corretor de imóveis pode associar-se a uma ou mais imobiliárias, mantendo sua autonomia profissional, sem qualquer outro vínculo, inclusive empregatício e previdenciário, (…)”. ↩︎