• Lourdes Helena Rocha dos Santos

    Advogada
  • Roberto Santos Silveiro

    Advogado

Como preservarmos o crédito, as garantias e o retorno dos investidores em um empreendimento imobiliários com risco de colapso?

  • 542 unidades
  • 4 torres
  • 95% vendidos
  • Atraso médio de 14 meses
  • Múltiplos agentes envolvidos

O cenário:

  • Obras paralisadas.
  • Cronograma inviabilizado.
  • Agente financeiro com crédito exposto.
  • Investidores sem clareza sobre o ativo.
  • Garantias sob pressão.
  • 542 famílias no meio dessa equação.

Cada dia sem solução era um dia a mais de exposição.

Eixos de Atuação:

  • Mapeamento da dívida e posição de cada credor
  • Exposição dos investidores e qualidade das garantias
  • Reestruturação coordenada com agente financeiro e fornecedores
  • Novo cronograma em fases com marcos mensuráveis
  • Gestão dos recursos por medição de obra
  • Reforço de garantias com alienação fiduciária
  • Negociação com adquirentes orientada à conclusão das obras em detrimento de penalidades.

Era preciso construir um sistema com mecanismos eficazes para que o ativo voltasse a gerar valor.

Resultado alcançado:

  • Agente financeiro com segurança sobre o crédito
  • Prazo reduzido para retomar a obra
  • Redução significativa das multas contratuais
  • Investidores com garantias reforçadas
  • Obra retomada com controle de luxo por medição
  • Diminuição do número de litígios com adquirentes
  • 542 unidades com previsão real de entrega

Não foi sorte. Foi método.